Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre a Endoscopia Oral
Perguntas frequentes sobre a Colonoscopia
Perguntas frequentes sobre a polipectomia
Perguntas frequentes sobre a Ecografia
Perguntas frequentes sobre o teste respiratório para o diagnóstico de helicobacter pylori
Perguntas frequentes o teste respiratório a intolerância à lactose

 

 

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE A ENDOSCOPIA ORAL

O QUE É UMA ENDOSCOPIA ORAL?
QUE INDICAÇÕES TEM A ENDOSCOPIA ORAL?HÁ PROVAS ALTERNATIVAS?gastroscopiaCOMO SE REALIZA A ENDOSCOPIA ORAL?QUANTO TEMPO DEMORA A ENDOSCOPIA ORAL?
COMO ME DEVO PREPARAR PARA UMA ENDOSCOPIA ORAL?
QUE RISCOS TEM UMA ENDOSCOPIA ORAL?
NO QUE CONSISTE A SEDAÇÃO?
TEM DE SE ASSINAR UM AUTORIZAÇÃO?
QUE INCÓMODOS POSSO SENTIR COM A ENDOSCOPIA ORAL?
QUANDO TEREI OS RESULTADOS?
PODERÁ FAZER UMA VIDA NORMAL DEPOIS?

 

O QUE É UMA ENDOSCOPIA ORAL?
É uma técnica que explora o esófago, o estômago e o duodeno mediante um endoscópio, que é um tubo fino e flexível que termina numa lente com um chip de vídeo para ver as imagens do tubo digestivo num monitor de televisão. O endoscópio introduz-se pela boca sem interferir com a respiração e permite detetar doenças do tubo digestivo, fazer biopsias de tecidos para a sua análise e aplicar tratamentos.
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QUE INDICAÇÕES TEM A ENDOSCOPIA ORAL?
A endoscopia está indicada sempre que existam sintomas que façam suspeitar ao seu médico da existência de alguma doença no seu tubo digestivo, como dificuldade para engolir, ardores ou dor de estômago, entre outros. Além de ver as lesões, permite fazer biopsias para as analisar e aplicar tratamentos como deter uma hemorragia por úlceras ou varizes mediante a injeção de substâncias esclerosantes ou eletrocoagulação, tirar pólipos, dilatar zonas estreitas, extrair objetos ou alimentos impactados no esófago, etc.
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HÁ PROVAS ALTERNATIVAS?
Como prova diagnóstica alternativa existe a exploração radiológica do tubo digestivo após ingerir um contraste de bário (radiologia baritada). Geralmente, usa-se quando a endoscopia oral está contraindicada, pretende-se estudar mais os movimentos digestivos ou o paciente é reticente a submeter-se à endoscopia. As desvantagens em relação à endoscopia oral consistem em que é uma técnica muito menos exata ao ser possível que passem por alto lesões de tamanho muito pequeno, usa radiações e não permite fazer biopsias, tirar pólipos nem tratar lesões sangrantes. Por isso, em algumas ocasiões, é necessário realizar uma endoscopia oral após ser submetido a uma radiologia baritada.
A cápsula endoscópica, consistente numa pequena câmara que se ingere, também não substitui a endoscopia oral por razões parecidas.
No momento atual, a única alternativa para extrair pólipos ou tratar lesões sangrantes é a cirurgia, sempre com riscos maiores que a endoscopia.
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COMO SE REALIZA A ENDOSCOPIA ORAL?
Deita-se numa maca sobre o lado esquerdo, colocar-se-á um aparelho na boca entre os dentes chamado abre-bocas para evitar morder o endoscópio e um sensor indolor num dedo para medir o oxigénio do sangue e as suas pulsações.
A endoscopia oral pode-se realizar com anestesia local, aplicando um spray na garganta para a adormecer e assim diminuir as náuseas. Outras vezes, administra-se medicação intravenosa para que esteja relaxado (sedação) através de uma cânula fina posta numa veia do braço ou da mão. Finalmente, mas de forma excepcional, necessita-se anestesia geral.
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QUANTO TEMPO DEMORA A ENDOSCOPIA ORAL?
endos-2Em geral é uma prova rápida, de uns 3 a 5 minutos por termo médio, embora se possa prolongar uns minutos mais se se fazem biopsias. A duração é maior em tratamentos complexos (tirar pólipos, queimar lesões sangrantes, etc.)
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COMO ME DEVO PREPARAR PARA UMA ENDOSCOPIA ORAL?
A preparação requer unicamente permanecer umas horas em jejum. É imprescindível que o seu estômago não contenha alimentos para examinar com clareza o seu interior, diminuir os riscos e evitar incómodos desnecessários.
Se está em tratamento com fármacos que interferem na coagulação do sangue, dar-se-lhe-á a pauta para a sua retirada uns dias antes de se fazer a endoscopia. Também se toma outros medicamentos habituais, e em especial para a diabetes, indicar-se-lhe-á a última para os tomar.
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QUE RISCOS TEM UMA ENDOSCOPIA ORAL?
A endoscopia oral é em geral uma prova segura. Aparecem complicações em menos de 1 caso por cada 1000 explorações diagnósticas, sendo geralmente leves e sem nenhuma repercussão. Este número aumenta quando se aplicam tratamentos como tirar pólipos, embora continuem a ser muito infrequentes e sempre menores que as derivadas da cirurgia. As complicações podem-se dar por reações aos medicamentos ou por tratamentos aplicados e algumas delas podem necessitar tratamento urgente ou inclusivamente cirurgia.
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NO QUE CONSISTE A SEDAÇÃO?
A sedação é praticada por um médico anestesista mediante a injeção de uma medicação sedante intravenosa, de vida média muito curta, e que o médico vai controlando durante a exploração. Esta mediação consegue um estado de relaxação no qual conserva a capacidade de respirar sem suporte de nenhuma máquina e você dormirá placidamente durante a prova. Terminada a mesma, acordará em 5-10 minutos sem nenhum efeito secundário associado às anestesias tradicionais, o que permite uma recuperação rápida.
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TEM DE SE ASSINAR UM AUTORIZAÇÃO?
Sim. No momento de programar uma endoscopia oral, entregar-se-lhe-ão duas folhas de autorização, uma para a endoscopia e outra para a sedação, nas quais se explicam os possíveis riscos e que terá de assinar e entregar antes de realizar a prova. Antes disto, poderá solicitar os esclarecimentos que precise para dar a sua autorização com pleno convencimento.
Entregamos-lhe cada consentimento em duplicado. Assim, um exemplar de cada um deles é para si e os outros para o médico responsável da prova.
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QUE INCÓMODOS POSSO SENTIR COM A ENDOSCOPIA ORAL?
A endoscopia oral é uma prova não dolorosa e com boa tolerância em geral.
Durante a prova e se esta se realiza com anestesia local na garganta, podem aparecer em ocasiões náuseas com a introdução do endoscópio durante uns segundos ou minutos, que facilmente desaparecerão se controla a respiração. Também, embora menos frequente, pode sentir inchaço leve do abdómen e moléstias devido ao ar que se lhe introduz através do endoscópio.
Depois da prova notará a garganta adormecida durante uns minutos e, às vezes, incomoda. Também pode notar gases devido ao ar que se lhe insuflou, mas todos estes efeitos desaparecem rapidamente.
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QUANDO TEREI OS RESULTADOS?
O médico endoscopista informará depois de realizar a prova sobre as descobertas encontradas, podendo dar-lhe o relatório. Apenas no caso de ter feito biopsias, os resultados demorarão uns dias mais até que o médico patologista as tenha analisado no microscópio.
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PODERÁ FAZER UMA VIDA NORMAL DEPOIS?
Se lhe anestesiaram a garganta, não deverá ingerir alimentos sólidos nem líquidos até que possa engolir normalmente, o que acontece aproximadamente após 15-20 minutos de terminar a exploração. A seguir pode retomar a sua vida normal.
Se lhe administrarem medicação sedante é necessário que alguém o/a acompanhe ao seu domicílio visto que pode ter afectados os seus reflexos e capacidade sensorial. Neste caso não deve conduzir, manipular maquinaria perigosa, beber álcool ou tomar decisões importantes durante as 12 horas seguintes à exploração. Não obstante, poderá comer e encontrar-se-á bem, sugerindo-lhe que descanse tranquilamente. Os efeitos da medicação desaparecem totalmente no dia seguinte, momento no qual poderá retomar as suas actividades habituais.
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PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE A COLONOSCOPIA

O QUE É UMA COLONOSCOPIA?
QUE INDICAÇÕES TEM A COLONOSCOPIA?
colonoscopiaHÁ PROVAS ALTERNATIVAS?
COMO SE REALIZA A COLONOSCOPIA?
QUANTO TEMPO DEMORA A COLONOSCOPIA?
COMO ME DEVO PREPARAR PARA UMA COLONOSCOPIA?
QUE RISCOS TEM UMA COLONOSCOPIA?
EM QUE CONSISTE A SEDAÇÃO?
TEM DE SE ASSINAR UMA AUTORIZAÇÃO?
QUE INCÓMODOS POSSO SENTIR COM A COLONOSCOPIA?
QUANDO TEREI OS RESULTADOS?
PODEREI FAZER UMA VIDA NORMAL DEPOIS?

¿O QUE É UMA COLONOSCOPIA?
É uma técnica que explora o reto, o intestino grosso (cólon) e inclusivamente os últimos centímetros do íleo (parte final do intestino delgado) mediante um endoscópio que se introduz pelo ânus. O colonoscópio é um tubo flexível que termina numa lente com um chip de vídeo para ver as imagens do intestino num monitor de televisão e que tem vários canais no seu interior pelos quais se podem introduzir pinças e outros acessórios utilizados em diferentes procedimentos tanto diagnósticos como terapêuticos.
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QUE INDICAÇÕES TEM A COLONOSCOPIA?
Este procedimento permite diagnosticar muitas doenças do intestino grosso ao poder ver diretamente o seu interior, que no caso de haver sintomas suspeitos de doença estará indicada fazê-la, como por exemplo, dor abdominal, prisão de ventre ou diarreia, sangramento pelo ânus, etc. Localiza lesões de uma maneira bastante exata e também permite fazer biopsias para analisar os tecidos, tirar pólipos que possam degenerar mediante um laço metálico e queimar lesões causantes de hemorragia, tudo isso sem provocar dor e sem necessidade de cirurgia ou hospitalização.
A colonoscopia também se utiliza de forma preventiva em pacientes sem sintomas, para detetar pólipos ou cancro de cólon ou reto. Hoje em dia, está indicada aos 40 anos sempre que tenha antecedentes familiares de pólipos ou cancro de cólon ou reto e a partir dos 50 anos no caso de não ter familiares afetados por estas doenças. Do mesmo modo, noutras doenças pré-cancerígenas como a Doença Inflamatória Intestinal ou a polipose intestinal, a colonoscopia realizada de forma periódica é primordial para prevenir o cancro de cólon.
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HÁ PROVAS ALTERNATIVAS?
Uma prova diagnóstica alternativa é a exploração radiológica do intestino grosso com contraste de bário que se introduz pelo ânus (enema opaco). Geralmente, usa-se quando a colonoscopia está contra-indicada ou há outras razões de segurança para a evitar, pretende-se estudar a longitude e o diâmetro do cólon e reto ou o paciente é reticente a submeter-se à colonoscopia. As suas desvantagens consistem em que é uma técnica muito menos exata ao ser possível que passem por alto lesões de tamanho muito pequeno, usa radiações e não permite fazer biópsias, tirar pólipos nem queimar lesões sangrantes. Por isso, em algumas ocasiões, é necessário realizar uma colonoscopia após se ter submetido a um enema opaco. O risco de perfurar o intestino com esta prova radiológica é menor que com a colonoscopia (1 paciente por cada 5.000 explorações).
A colonoscopia virtual, que vê o interior do cólon mediante TAC (tomografia axial computorizada), e a cápsula endoscópica, consistente numa pequena câmara que se ingere, são duas técnicas que evitam os incómodos da colonoscopia e facilitam retomar imediatamente a vida habitual, mas não permitem extirpar pólipos nem fazer biópsias. Por isso, ambas as provas não substituem a colonoscopia pelas mesmas razões que as do enema opaco.
No momento atual, a única alternativa para extrair pólipos ou tratar lesões sangrantes é a cirurgia, com maiores riscos que a colonoscopia.
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COMO SE REALIZA A COLONOSCOPIA?
endos-3Deita-se numa maca sobre o lado esquerdo com as pernas flexionadas ao abdómen e colocar-se-lhe-á um sensor não doloroso num dedo para medir o oxigénio do sangue e as suas pulsações.
A colonoscopia pode-se realizar sem sedação, mas devido a que pode ser dolorosa, costuma-se administrar medicação intravenosa para que esteja relaxado (sedação) através de uma cânula fina posta numa veia do braço ou da mão. Não costuma ser necessário anestesia geral.
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QUANTO TEMPO DEMORA A COLONOSCOPIA?
A duração é variável, segundo se trata de uma colonoscopia realizada apenas com fins exploratórios, ou seja para tratamento de lesões (tirar pólipos, queimar lesões sangrantes, etc.). A duração também pode variar dependendo da longitude do cólon e se se administra ou não sedação. Em geral, uma colonoscopia tem uma duração aproximada de 30-45 minutos, que pode ser maior em tratamentos complexos.
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COMO ME DEVO PREPARAR PARA UMA COLONOSCOPIA?
É imprescindível que esteja em jejum e que o seu intestino esteja muito limpo para ver com clareza o seu interior, diminuir os riscos e evitar-lhe incómodos desnecessários. Para limpar de forma correta o seu intestino entregar-se-lhe-ão por escrito umas instruções sobre a dieta a fazer desde uns dias antes da prova e o laxante a utilizar durante as horas prévias, devendo seguir estas instruções de forma rigorosa para garantir o êxito e a segurança da colonoscopia. A má preparação intestinal pode ocultar lesões importantes suscetíveis de tratamento e é muito possível que a colonoscopia se tenha que repetir.
Se está em tratamento com fármacos que interferem na coagulação do sangue, dar-se-lhe-á a pauta para a sua retirada uns dias antes de fazer a colonoscopia. Se toma também outros medicamentos habituais, e em especial para os diabetes, indicar-se-lhe-á a última hora para os tomar. Os suplementos de ferro suspendem-se 4 dias antes da exploração.
Se se lhe vai extrair um pólipo é imprescindível que se faça uns dias antes da prova uma análise do sangue com estudo de coagulação.
Apresentar-se-á com as unhas e os lábios sem pintar.
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QUE RISCOS TEM UMA COLONOSCOPIA?
Embora a colonoscopia seja uma técnica segura, não está isenta de possíveis complicações, que são graves em menos de 0.5% dos casos e a maior parte das vezes resolvem-se durante a própria exploração. As complicações derivam principalmente de reações medicamentosas, perfuração do intestino e hemorragia, as quais são mais frequentes quando se aplicam tratamentos como tirar pólipos, dilatação de estenose, etc. que em qualquer caso são sempre menores que as derivadas da cirurgia. Algumas destas complicações podem requerer um tratamento urgente e inclusivamente cirurgia segundo a sua gravidade.
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EM QUE CONSISTE A SEDAÇÃO?
A sedação é praticada por um médico anestesista mediante a injeção de uma medicação sedante intravenosa, de vida média muito curta, e que o médico vai controlando durante a exploração. Esta medicação consegue um estado de relaxação no qual se conserva a capacidade de respirar sem suporte a qualquer máquina e dormirá tranquilamente durante a prova. Terminada a mesma, acordará em 5-10 minutos sem nenhum efeito secundário associado às anestesias tradicionais, o que permite uma recuperação rápida.
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TEM DE SE ASSINAR UMA AUTORIZAÇÃO?
Sim. No momento de programar uma colonoscopia, entregar-se-lhe-ão duas folhas de autorização, uma para a colonoscopia e outra para a sedação, nas quais se explicam os possíveis riscos e que deverá assinar e entregar antes de realizar a prova. Antes disto, poderá solicitar os esclarecimentos que precise para dar a sua autorização com pleno convencimento.
Entregamos-lhe cada autorização em duplicado. Assim, um exemplar de cada um deles é para si e os outros para o médico responsável da prova.
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QUE INCÓMODOS POSSO SENTIR COM A COLONOSCOPIA?
A colonoscopia é uma prova às vezes dolorosa, a não ser que se realize com sedação.
É habitual que depois da colonoscopia tenha moléstias no abdómen por gases ou inchaço do abdómen devido ao ar que se introduz durante a exploração, mas estes sintomas costumam desaparecer numas horas.
Embora possa ter ligeiras moléstias nos locais onde esteve o endoscópio, estas terão desaparecido aproximadamente em 24 horas.
Como o seu intestino está vazio, não se preocupe se não vai à casa de banho em 2 ou 3 dias.
Se nos dois dias a seguir à colonoscopia persistem as moléstias do abdómen ou se intensificaram ou aparecer sangue pelo ânus, dirija-se a um serviço de Urgências para solucionar uma possível complicação.
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QUANDO TEREI OS RESULTADOS?
O médico endoscopista irá informá-lo/la após realizar a prova sobre as descobertas encontradas, podendo facilitar-lhe o relatório. Apenas em caso de ter feito biópsias, os resultados demorarão uns dias até que o médico patologista tenha analisado as amostras no microscópio.
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PODEREI FAZER UMA VIDA NORMAL DEPOIS?
Normalmente, se a colonoscopia se realizou sem sedação poderá fazer vida normal e retomar a dieta habitual depois de terminar a exploração.
Se se lhe administrou medicação sedante é necessário que alguém a/o acompanhe ao seu domicílio visto que pode ter afetados os seus reflexos e capacidade sensorial. Neste caso não deve conduzir, manipular maquinaria perigosa, beber álcool ou tomar decisões importantes durante as 12 horas seguintes à exploração. Não obstante, poderá comer e encontrar-se-á bem, sugerindo-lhe que descanse tranquilamente. Os efeitos da medicação desaparecem totalmente no dia a seguir, momento no qual poderá retomar as suas actividades habituais.
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PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE A ECOGRAFIA

O QUE É A ECOGRAFIA?ecografia-2
QUE ÓRGÃOS EXPLORA A ECOGRAFIA ABDOMINAL?
QUE INDICAÇÕES TEM A ECOGRAFIA ABDOMINAL?
QUE PREPARAÇÃO É NECESSÁRIA?
COMO SE REALIZA A ECOGRAFIA ABDOMINAL?
QUE RISCOS E CONTRA INDICAÇÕES TEM?
A ECOGRAFIA É SEMPRE EFETIVA?

O QUE É A ECOGRAFIA?
É uma técnica de imagem que usa sons de muita alta frequência (ultrassons) que o ouvido humano não deteta para explorar os órgãos internos do corpo, de uma forma inócua e dinâmica. É uma técnica simples, não invasiva e na qual não se utiliza radiação, mas sim ultrassons que se introduzem no corpo através de uma sonda chamada transdutor, que o médico ecografista move por cima do órgão que deseja estudar.
Os ultrassons transmitem-se pelo interior do corpo e ao chegar aos órgãos reflectem-se formando ondas que são recolhidas pelo transdutor e através de um computador, transformam-se numa imagem visível num monitor de televisão.
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QUE ÓRGÃOS EXPLORA A ECOGRAFIA ABDOMINAL?
A ecografia permite estudar os órgãos e estruturas alojadas no abdómen, tanto de natureza sólida, como o fígado, rins, pâncreas, baço, etc., como de natureza líquida, como a vesícula biliar e a bexiga. Permite também explorar a aorta abdominal e detetar a presença de líquido entre as ansas intestinais.
De valorização difícil são os órgãos que contêm gordura ou ar visto que estes elementos transmitem mal o som e não dão imagens de boa qualidade.
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QUE INDICAÇÕES TEM A ECOGRAFIA ABDOMINAL?
ecografoA ecografia é uma técnica muito útil no estudo da patologia digestiva. Costuma ser a primeira técnica que se solicita quando se suspeita da existência de alguma doença, inflamatória ou tumoral, nos órgãos abdominais. Às vezes, também se realiza para demonstrar a ausência de descobertas patológicas na suspeita diagnóstica de doenças funcionais digestivas.
Para ver cálculos (pedras) no interior da vesícula biliar é a melhor exploração. Também serve para determinar a inflamação aguda do apêndice (apendicite) e a inflamação crónica da parede do intestino em doenças como a Doença de Crohn.
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QUE PREPARAÇÃO É NECESSÁRIA?
Precisa-se apenas estar em jejum pelo menos durante 6-8 horas. O jejum é importante porque consegue que a vesícula biliar se distenda e esteja cheia de bílis, e portanto pode-se explorar ao pormenor a sua parede e o seu interior para detetar cálculos ou pólipos de colesterol. O jejum também diminui em parte o gás intestinal, o que consegue melhorar a qualidade das imagens e favorece a boa visualização dos órgãos.
Para diminuir os gases também ajuda evitar o consumo de pastilhas e tabaco e pode ser conveniente realizar no dia anterior à exploração uma dieta sem féculas, legumes nem bebidas com gás.
Para a exploração correta do útero ou da bexiga, necessita-se beber um litro de água na hora prévia à ecografia para ter a bexiga cheia e explorar assim melhor esses órgãos.
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COMO SE REALIZA A ECOGRAFIA ABDOMINAL?
Deitar-se-á numa maca de barriga para cima com o abdómen descoberto, onde o médico lhe colocará um gel que facilita a transmissão dos ultrassons aos órgãos internos. A seguir, mediante um dispositivo chamado transdutor, inicia-se o exame passando esta sonda pelas distintas partes do abdómen, o qual não origina nenhum tipo de incómodo, a não ser que o médico tenha de carregar com força em alguma zona em concreto do abdómen. Após finalizar a prova dar-lhe-ão um papel para limpar os restos do gel no abdómen.
O fígado e o baço veem-se melhor após uma inspiração profunda mantida para forçar que baixem por debaixo das costelas. O pâncreas explora-se melhor fazendo uma respiração superficial, provocando o enchimento voluntário do abdómen ou inclusive colocando de pé o paciente. É possível que tenha de mudar de postura para ver melhor algum órgão. Por exemplo, quando há dúvidas sobre se uma imagem pode corresponder a cálculos na vesícula biliar ou a pólipos de colesterol, é conveniente mexer o paciente desde a sua posição inicial para decúbito lateral direito, visto que se as imagens também se deslocam na direção da gravidade com esse mudança postural fica confirmado que se trata de cálculos e não de pólipos.
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QUE RISCOS E CONTRA INDICAÇÕES TEM?
A ecografia abdominal não tem nenhum risco, sendo uma prova indolor e inócua.
É extremamente raro que o gel usado para a transmissão dos ultrassons produza alergia na pele. No caso de doenças graves da coagulação, a pressão do transdutor no abdómen pode originar algum hematoma na pele, sendo este facto também excecional.
A ecografia não tem nenhuma contra indicação, nem sequer na gravidez, pois as ondas de ultrassom não produzem qualquer efeito no organismo. Portanto, é uma técnica diagnóstica que se pode realizar quantas vezes for necessária sem causar nenhum dano.
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A ECOGRAFIA É SEMPRE EFETIVA?
O som não se transmite da mesma forma em todas as pessoas, especialmente nas obesas e naquelas que padecem muito de gases intestinais. Nessas pessoas pode não se conseguir uma boa qualidade na imagem, e portanto, não se pode estabelecer um diagnóstico com segurança. Quando isto acontece é necessário recorrer a outras técnicas de imagem como o TAC (tomografia axial computorizada) ou a RM (ressonância magnética).
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PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O QUE É UMA POLIPECTOMIA

O QUE É UMA POLIPECTOMIA?
QUE INDICAÇÕES TEM?polipectomia1HÁ PROVAS ALTERNATIVAS?
COMO SE REALIZA A POLIPECTOMIA?
QUANTO DURA A POLIPECTOMIA?
COMO ME DEVO PREPARAR PARA UMA POLIPECTOMIA?
QUE RISCOS TEM UMA POLIPECTOMIA?
EM QUE CONSISTE A SEDAÇÃO?
TEM DE SE ASSINAR UMA AUTORIZAÇÃO?
QUE INCÓMODOS PODE SENTIR DEPOIS DA POLIPECTOMIA?
QUANDO TEREI OS RESULTADOS?
PODEREI FAZER UMA VIDA NORMAL DEPOIS?

O QUE É UMA POLIPECTOMIA?
É uma técnica endoscópica que pretende a resseção ou a extirpação de pólipos encontrados em qualquer lugar do tubo digestivo para o seu posterior estudo histológico que determinará a sua natureza benigna ou maligna.
Para esta técnica necessitam-se um endoscópio, que é um tubo flexível que termina numa lente com um chip de vídeo para ver as imagens do tubo digestivo num monitor de televisão, e uma unidade eletrocirúrgica, que transmite corrente eléctrica através de um laço metálico (asa de polipectomia) usado para apanhar o pólipo. Esta asa é introduzida previamente por um canal de trabalho do endoscópio e após enlaçar o pólipo provoca o seu corte ao mesmo tempo que coagula a base de implantação conseguindo assim desprendê-lo da parede do tubo digestivo.
Em ocasiões, e segundo as características da lesão, pode-se utilizar um laço de plástico ou um clip metálico que comprimem o pescoço do pólipo para prevenir o sangramento depois do corte do mesmo.
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QUE INDICAÇÕES TEM?
Este procedimento está quase sempre indicado quando numa exploração endoscópica se detetam pólipos para poder estudar completamente a sua natureza benigna ou cancerígena e evitar a cirurgia.
polipectomiaNem todos os pólipos são subsidiários de os extrair mediante esta técnica endoscópica, o qual depende do tamanho, número de pólipos e aspeto dos mesmos, precisando então de um tratamento cirúrgico.
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HÁ PROVAS ALTERNATIVAS?
No momento atual, a única alternativa para extrair pólipos é a cirurgia, com maiores riscos que a polipectomia endoscópica.
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COMO SE REALIZA A POLIPECTOMIA?
Será deitado/a numa maca sobre o lado esquerdo e ser-lhe-á colocado um sensor não doloroso num dedo para medir o oxigénio do sangue e as suas pulsações. Em alguns casos, ser-lhe-á administrado oxigénio mediante óculos nasais.
A polipectomia pode-se realizar sem sedação, mas devido a que o procedimento pode demorar muito, costuma-se administrar medicação intravenosa para que esteja relaxado (sedação) através de uma cânula fina posta numa veia do braço ou da mão. Não costuma ser necessário a anestesia geral.
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QUANTO DURA A POLIPECTOMIA?
A duração é muito variável, dependendo do tamanho, localização e número de pólipos a extirpar. Podem também influir na duração desta técnica outros fatores como a administração ou não sedação e, no caso de pólipos de cólon, a longitude deste órgão. Se surge uma complicação ao tirar o pólipo, os procedimentos que se utilizam para a solucionar também alongarão o tempo da polipectomia. Em geral, e de forma muito genérica, a duração pode variar entre 30 e 60 minutos.
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COMO ME DEVO PREPARAR PARA UMA POLIPECTOMIA?
A preparação será distinta se o pólipo que se pretende extrair está localizado no estômago ou no intestino grosso (cólon). Se vai a submeter-se a uma gastroscopia é suficiente estar umas horas em jejum mas se o pólipo está no cólon é imprescindível que faça uma preparação prévia na qual sistematicamente levará uma dieta isenta de resíduos desde uns dias antes e tomará um laxante forte nas horas prévias à exploração. É de importância vital que o seu intestino esteja muito limpo para ver com clareza o pólipo e diminuir os riscos da polipectomia.
Uns dias antes da prova será feita uma análise de sangue com estudo de coagulação.
Se está em tratamento com fármacos que interferem na coagulação do sangue, dar-se-lhe-á uma pauta para a sua retirada uns dias antes de fazer a colonoscopia. Se toma também medicamentos habituais, e em especial para os diabetes ser-lhe-á indicado a última hora para os tomar. Os suplementos de ferro suspendem-se 4 dias antes da exploração.
Comparecerá com as unhas e os lábios sem pintar e além disso, se a polipectomia é de estômago, deverá tirar a dentadura postiça ou prótese bucal extraível, óculos ou lentes e os piercing de língua e lábios.
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QUE RISCOS TEM UMA POLIPECTOMIA?
Em geral, a polipectomia endoscópica é uma prova segura, embora os seus riscos sejam maiores que nas explorações sem extração de pólipos. Os efeitos indesejáveis podem ocorrer apesar da escolha adequada da técnica e da sua realização correta e derivam-se principalmente de reações medicamentosas, perfuração do intestino e hemorragia no lugar da extração do pólipo, que em ocasiões podem requerer um tratamento urgente e inclusivamente cirurgia com um risco mínimo de mortalidade. Como exemplo, a perfuração acontece 1 vez a cada 2.000 explorações e a hemorragia 1 a cada 1.000 vezes.
As complicações podem surgir durante a polipectomia ou mais raramente nas 48 horas seguintes à extracção do pólipo.
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EM QUE CONSISTE A SEDAÇÃO?
A sedação é feita por um médico anestesista mediante a injeção de uma medicação sedante intravenosa, de vida média muito curta, e que o médico vai controlando durante a exploração. Esta medicação consegue um estado de relaxação no qual se conserva a capacidade de respirar sem suporte a qualquer máquina e dormirá tranquilamente durante a prova. Terminada a mesma, acordará em 5-10 minutos sem nenhum efeito secundário associado às anestesias tradicionais, o que permite uma recuperação rápida.
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TEM DE SE ASSINAR UMA AUTORIZAÇÃO?
Sim. No momento de programar a extração de um pólipo, entregar-se-lhe-ão duas folhas de autorização, uma para a polipectomia e outra para a sedação, nas quais se explicam os possíveis riscos e que deverá assinar e entregar antes de realizar a prova. Antes disto, poderá solicitar os esclarecimentos que precise para dar a sua autorização com pleno convencimento.
Entregamos-lhe cada autorização em duplicado. Assim, um exemplar de cada um deles é para si e os outros para o médico responsável da prova.
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QUE INCÓMODOS PODE SENTIR DEPOIS DA POLIPECTOMIA?
É habitual que depois da polipectomia tenha moléstias no abdómen por gases e inchaço devido ao ar que se introduz através do endoscópio, mas estes sintomas costumam desaparecer após algumas horas. Se a polipectomia foi do estômago pode notar a garganta adormecida durante uns minutos e, às vezes incomoda; se o pólipo estava no cólon, pode experimentar ligeiras moléstias nos locais onde esteve o endoscópio, mas estas terão desaparecido aproximadamente em 24 horas.
Se nos dois dias a seguir à polipectomia persistirem as moléstias do abdómen ou se intensificaram ou aparecer sangue pela boca ou pelo ânus, dirija-se a um serviço de Urgências para solucionar uma possível complicação.
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QUANDO TEREI OS RESULTADOS?
A biópsia do pólipo demorará uns dias, até que o médico patologista termine de o analisar no microscópio. Enquanto chegue o resultado do laboratório, o médico avisará e partilhá-lo-á consigo na consulta com as indicações adequadas para o seguimento endoscópico ou outras medidas que precise.
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PODEREI FAZER UMA VIDA NORMAL DEPOIS?
Normalmente, se a polipectomia se realizou sem sedação poderá fazer vida normal com os conselhos dietéticos que o médico endoscopista lhe dê para evitar complicações.
Se se lhe administrou medicação sedante é necessário que alguém a/o acompanhe ao seu domicílio visto que pode ter afetados os seus reflexos e capacidade sensorial. Neste caso não deve conduzir, manipular maquinaria perigosa, beber álcool ou tomar decisões importantes durante as 12 horas seguintes à exploração. Não obstante, poderá comer seguindo a dieta recomendada pelo médico endoscopista. Sugere-se descansar tranquilamente. Os efeitos da medicação desaparecem totalmente no dia a seguir, momento no qual poderá retomar as suas actividades habituais a não ser que se lhe indique o contrário.
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PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O TESTE RESPIRATÓRIO PARA O DIAGNÓSTICO DE HELICOBACTER PYLORI

O QUE É O TESTE RESPIRATÓRIO COM 13C-UREIA?
COMO DIAGNOSTICA O TESTE RESPIRATÓRIO O HELICOBACTER PYLORI?Test-HP-0
QUE INDICAÇÕES TEM?
HÁ PROVAS ALTERNATIVAS?
COMO SE REALIZA O TESTE RESPIRATÓRIO?
QUANTO DURA O TESTE RESPIRATÓRIO?
COMO ME DEVO PREPARAR PARA UM TESTE RESPIRATÓRIO?
QUE RISCOS TEM O TESTE RESPIRATÓRIO?
QUANDO TEREI OS RESULTADOS?
PODEREI FAZER UMA VIDA NORMAL DEPOIS?

O QUE É O TESTE RESPIRATÓRIO COM 13C-UREIA?
É um teste médico simples e inócuo que se realiza para averiguar se existe infeção por helicobacter pylori, que é uma bactéria que coloniza as paredes do estômago e causa a maioria das úlceras de estômago e duodeno e das gastrites crónicas. Também é um fator de risco para o desenvolvimento do cancro de estômago.
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COMO DIAGNOSTICA O TESTE RESPIRATÓRIO O HELICOBACTER PYLORI?
Para realizar o teste toma-se uma solução com ureia marcada com um isótopo não radioativo: o carbono 13. Se a bactéria está presente no estômago, converte a ureia em CO2 que fica marcado pelo isótopo, o qual se absorve, passa para o sangue e é eliminado na sua respiração uns minutos depois. A quantidade de ureia exalada depende diretamente da presença de helicobacter pylori no estômago.
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QUE INDICAÇÕES TEM?
Aconselha-se realizar um teste de hálito àqueles pacientes nos quais é necessário conhecer se tem uma infeção por helicobacter pylori. Este estudo é muito recomendável nos seguintes casos:

  • Pacientes que padecem no momento atual ou padeceram úlcera de estômago ou de duodeno sem tratamento prévio.
  • Pacientes com inflamação aguda do duodeno (duodenite).
  • Pacientes com antecedentes familiares de 1º grau de cancro gástrico.
  • Pacientes com linfoma de estômago, na variedade MALT, e com cancro de estômago não tratados.
  • Pacientes que foram submetidos a um tratamento para erradicar a bactéria para conhecer se há resultado efetivo.
  • Em determinados pacientes com sintomas dispépticos.
  • Pacientes que vão seguir um tratamento prolongado com anti-inflamatórios não esteróides, por exemplo, ibuprofeno.


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HÁ PROVAS ALTERNATIVAS?
Existem outras provas para diagnosticar a infeção por helicobacter pylori. Entre elas estão a determinação de anticorpos no sangue mediante uma análise, o exame de fezes ou a biópsia de estômago através de uma gastroscopia.
A analítica mede os anticorpos contra helicobacter pylori, que são proteínas produzidas pelo sistema imunitário para lutar contra a infeção. Esta determinação informa-nos apenas se tem ou não anticorpos contra a bactéria mas não pode determinar se tem uma infeção atual ou já a passou. Isto deve-se a que o exame pode continuar a ser positivo durante anos mesmo quando a bactéria tenha desaparecido do seu estômago. Por isso, nunca se deve usar a analítica para comprovar depois do tratamento do helicobacter pylori se a bactéria foi erradicada.
Finalmente, a biópsia é uma análise de uma amostra de tecido do estômago que se toma mediante uma gastroscopia. Em geral, esta análise realiza-se se se necessita fazer a endoscopia por outras razões, como diagnosticar úlceras ou ter a segurança de que não haja cancro de estômago.
No entanto, o teste respiratório é o mais eficaz, e claro, sem nenhum risco comparado com a gastroscopia. Por isso, e no caso de não ser necessário submeter o paciente a uma endoscopia, a prova de escolha para o diagnóstico da infeção por helicobacter pylori é o teste respiratório.
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COMO SE REALIZA O TESTE RESPIRATÓRIO?
HPÉ uma prova em ambulatório para a que precisa estar em jejum. Antes de a começar deve descansar durante uns 10 minutos e durante a mesma permanecer tranquilamente sentado.
Numa primeira fase sopra-se de forma suave e contínua no interior do contentor de amostras que se lhe facilitará. A seguir, subministra-se-lhe a ureia marcada (13U-urea) em forma de comprimido que ingere para finalmente, após 20 minutos de espera, soprar novamente no segundo contentor.
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QUANTO DURA O TESTE RESPIRATÓRIO?
A prova é rápida visto que dura entre 30 e 40 minutos, dependendo da marca do teste utilizado.
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COMO ME DEVO PREPARAR PARA UM TESTE RESPIRATÓRIO?
Venha à Cliniber em jejum (tanto de alimentos sólidos como de líquidos) 8 horas antes da sua consulta.
É imprescindível que não tenha sido tratado nos últimos 30 dias com nenhum tipo de antibiótico e nos últimos 15 dias com nenhum "protetor gástrico" do grupo inibidores da bomba de protões (omeprazol esomeprazol, lansoprazol, pantoprazol, rabeprazol).
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QUE RISCOS TEM O TESTE RESPIRATÓRIO?
O teste respiratório poderia dizer-se que é uma prova completamente segura. Utiliza um isótopo de carbono natural, não radioativo.
A possibilidade de reações adversas é bastante remota. Descreveram-se distensão abdominal, diarreia, moléstias de estômago, náuseas e vómitos (1 caso por 10.000 testes) e casos muito isolados de dificuldade para respirar, urticária, inchaço da cara e sufocos.
Se vomita durante a prova será necessário repeti-la, no mínimo no dia a seguir em jejum.
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QUANDO TEREI OS RESULTADOS?
As amostras recolhidas são enviadas para o laboratório de referência para a sua análise e o resultado está disponível dentro de alguns dias.
Enquanto chegue o resultado do laboratório, o médico avisará e partilhá-lo-á consigo na consulta para lhe dar as indicações adequadas em relação ao seguimento e ao tratamento que precise.
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PODEREI FAZER UMA VIDA NORMAL DEPOIS?
Finalizada a recolha da segunda amostra, poderá comer e incorporar-se à sua vida habitual de forma imediata.
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PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O TESTE RESPIRATÓRIO PARA DIAGNÓSTICO DE INTOLERÂNCIA À LACTOSE

O QUE É O TESTE RESPIRATÓRIO OU DE HIDROGÉNIO EXPIRADO?
COMO DIAGNOSTICA O TESTE RESPIRATÓRIO A INTOLERÂNCIA À LACTOSE?
test-lactosaQUE INDICAÇÕES TEM?
HÁ PROVAS ALTERNATIVAS?
COMO SE REALIZA O TESTE RESPIRATÓRIO?
QUANTO TEMPO DEMORA O TESTE RESPIRATÓRIO?
COMO ME DEVO PREPARAR PARA UM TESTE RESPIRATÓRIO?
QUE RISCOS TEM O TESTE RESPIRATÓRIO?
QUE CONTRAINDICAÇÕES TEM?
QUANDO TEREI OS RESULTADOS?
PODEREI FAZER UMA VIDA NORMAL DEPOIS?

O QUE É O TESTE RESPIRATÓRIO OU DE HIDROGÉNIO EXPIRADO?
É um teste médico simples, não doloroso e inócuo que se realiza para averiguar se existe intolerância à lactose, o qual ocorre quando o organismo não é capaz de absorver no intestino delgado este hidrato de carbono (açúcar) que está presente em muitos alimentos e, em especial, no leite e nos seus produtos derivados.
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COMO DIAGNOSTICA O TESTE RESPIRATÓRIO A INTOLERÂNCIA À LACTOSE?
Para este exame administra-se ao paciente uma quantidade lactose predeterminada de lactose diluída em água que deve beber. As pessoas que têm intolerância à lactose não podem absorver este açúcar no intestino delgado e consegue chegar ao cólon onde é fermentado pelas bactérias do mesmo liberando importantes quantidades de hidrogénio. Este gás passa para o sangue e daqui para o pulmão eliminando-se através do ar expirado.
Desta maneira, uma concentração de hidrogénio no ar expirado depois da administração de lactose indica que este açúcar não se absorve e que é intolerante a ela.
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QUE INDICAÇÕES TEM?
test-lactosa1Aconselha-se realizar um teste de hálito àqueles pacientes nos quais se suspeita que existe uma má absorção de lactose. Esta suspeita é alta quando entre meia hora e 4 horas depois de tomar alimentos que têm lactose aparecem um ou vários destes sintomas: gases, inchaço e/ou dor do abdómen, barulhos ou movimentos intestinais, diarreia e náuseas.
É importante também descartar esta intolerância em pacientes diagnosticados de síndrome do intestino irritável que previamente não foram estudados para esta má absorção, visto que os sintomas poderiam ser causados por ela.
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HÁ PROVAS ALTERNATIVAS?
Existem outras provas para diagnosticar a intolerância à lactose. Entre elas estão: o teste de tolerância oral à lactose, o teste de acidez nas deposições, a biópsia intestinal e o estudo genético.
O teste de tolerância oral à lactose ou prova de curva de glicémia, realizado mediante análise de sangue, baseia-se no aumento da glicose no sangue maior a 20mg/dl em relação ao seu valor basal após 2 horas de ter tomado uma solução de 50 gramas de lactose. A prova é positiva quando dito aumento não se produz. No entanto, esta prova ficou praticamente obsoleta ao ser menos fiável que o teste respiratório, mais cara e também mais incómoda para o paciente ao precisar várias extrações de amostras de sangue.
Ultimamente, desenvolveu-se um método não invasivo para determinar a existência ou não da enzima que digere a lactose no intestino (lactase). Trata-se da administração de um açúcar por via oral, a gaxilose, que também é desdobrado nos seus compostos mais simples pela lactase (galactose e D-Xilose). A atividade da lactase é diretamente proporcional à medição da D-Xilose em amostras de urina de 5 horas. Este teste mede a atividade da enzima no intestino mas não é um teste funcional.
Outros métodos de diagnóstico menos utilizados e mais laboriosos são a biópsia intestinal para quantificar a atividade enzimática e o estudo genético.
No entanto, o teste de hálito é o método de estudo mais fiável e de escolha para o diagnóstico da intolerância à lactose.
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COMO SE REALIZA O TESTE RESPIRATÓRIO?
É uma prova em ambulatório para a qual precisa de estar em jejum.
Na primeira fase sopra-se de forma suave e contínua no interior de um primeiro contentor de amostras que se lhe facilitará e que recolhe a medição inicial ou basal. Depois, ser-lhe-á dado um líquido que contém lactose para beber e posteriormente, soprará noutros contentores em períodos de tempo pré-determinados, cada 20 minutos. Ao terminar, todos os contentores serão mandados para a sua análise para o laboratório DE REFERÊNCIA.


QUANTO TEMPO DEMORA O TESTE RESPIRATÓRIO?
A prova dura umas 3 horas, durante as quais deve permanecer em repouso e sem comer.
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COMO ME DEVO PREPARAR PARA UM TESTE RESPIRATÓRIO?
Venha à Cliniber em jejum de alimentos sólidos 10 horas antes da sua consulta e pode beber água até 4 horas antes.
É melhor que não escove os dentes desde a noite anterior, embora possa enxaguar a boca com um anti-séptico bucal (Oraldine ou similar) a noite antes e a manhã que vai fazer o teste.
É imprescindível que cumpra todas estas condições para poder fazer o teste: